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Problemas de saúde mental têm se tornado uma epidemia em todo o mundo. A ansiedade, por exemplo, atinge mais de 260 milhões de pessoas. Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2019 apontou que o Brasil é o país mais deprimido da América Latina. Dados recentes estimam que 86% dos brasileiros sofrem com algum transtorno mental, como ansiedade e depressão.

Estes dados são efeito colateral da realidade que vivemos, ou sobrevivemos. O momento atual da história é marcado por uma chuva de informações por todos os lados que nunca cessa e que cobram um esforço mental para serem assimiladas; pressões sempre em escala progressiva por resultados no ambiente de trabalho, preocupações com situações como segurança, provisionamento de contas mensais como alimentação, moradia, saúde, educação e família e uma sensação de insegurança em relação ao futuro. Além disso, o ritmo frenético da rotina das pessoas inibe a reflexão e substitui as relações de afeto, tão importantes para a saúde mental, por contatos rápidos e fragmentados pelas redes sociais.

Ou seja, vivemos diariamente expostos a situações de estresse muito semelhantes àquelas vivenciadas por militares numa guerra. Anormal seria não sofrermos os efeitos de uma vida tão estressante.

Antigamente, cria-se que o ser humano fosse dividido em corpo e mente.  O corpo, nossa estrutura física, a mente nosso pensamento e vontade. Hoje, a medicina não tem dúvidas de que esta divisão é apenas didática. Somos uma unidade, onde saúde física e emocional se interpolam e afetam mutualmente e ambas são influenciadas por situações vivenciadas não resolvidas, e pelo meio, o ambiente em que vivemos.

Por isso, a manifestação de transtornos mentais, sendo os mais conhecidos a depressão e ansiedade, estão minando a qualidade de vida das pessoas.

Nem sempre podemos mudar o mundo ao redor. Tampouco é impossível reescrever o passado. Mas a incrível boa notícia é que a ciência já dispõe de um comprovado antídoto para esses males: a terapia.

A psicoterapia tem como objetivo curar ou aliviar os sintomas dos transtornos mentais que levam a danos na qualidade de vida do ser humano. O termo vem de psico (mente) + terapia (cura). Durante as sessões, o paciente é estimulado a externalizar tudo aquilo que lhe aflige, no seu tempo e ritmo, através de diversas práticas terapêuticas que vão sendo ministradas pelo psicólogo. O acolhimento e a validação das emoções que são vivenciadas nas sessões têm o poder fazer o paciente reconhecer por si mesmo os comportamentos que lhe causam sofrimento e ter iniciativa para realizar ações capazes de mudar o cenário.

Como uma borboleta que precisa vencer o desafio de sair do casulo, o paciente vai, sessão após sessão, adquirindo novas habilidades mentais para melhorar o relacionamento com as pessoas, amenizar a tensão interna que dispara os gatilhos de emoções ruins como ansiedade, tristeza, agressividade, depressão, dificuldades nas interações social, sentimentos de inadequação entre outros.

Existem pontos-chaves para esta mudança acontecer. A terapia só manifesta os resultados desejados quando o paciente se envolve no processo; é preciso querer. Todas as técnicas terapêuticas se sustentam pela premissa da externalização: falar o que sente e ouvir a si mesmo é parte fundamental do processo. Muitas pessoas acreditam que basta falar com um amigo de confiança. Mas os efeitos são completamente distintos. Um amigo ouve e dá conselhos. A terapia favorece que o paciente seja ouvinte de si mesmo e é conduzido pelo psicólogo competente a experienciar emoções e reflexões totalmente orientadas pela técnica, para processo de mudança. Ou seja, não é um simples bate-papo; é um tratamento.

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